Segurança do Trabalho e da Vida - PERICIAS - TREINAMENTOS - ASSESSORIA - CONSULTORIA - PARCERIAS - LAUDO TÉCNICO Prevenção de Acidentes deve-se disseminar não apenas nas empresas,mas tambem nos lares,nas ruas,nos serviços nos pequenos gestos que podem gerar grandes acidentes nos mínimos desvios.A Engenharia de Segurança do Trabalho deve estar cobrindo e protegendo o bem estar e conforto do trabalhador e do cidadão na mais perfeita harmonia com o Meio Ambiente.
sexta-feira, maio 22, 2020
Universidade Proteção - GRO - Inventário Geral de Riscos (Parte 2)
quinta-feira, janeiro 30, 2020
domingo, julho 07, 2019
Sua carreira sobreviverá a era digital?
Por Marina Franco
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Olá.Você já parou pra pensar que profissões existiam há 10 anos atrás e hoje já não existem mais? Procure por um técnico de revelação de fotos, balconista de videolocadora, atendente de central de táxis, telefonista. Outras carreiras estão em vias de deixar de existir, tais como jornaleiro, ascensorista, agente de viagens, dentre outras.
Mesmo na área de tecnologia, muitas linguagens e profissões ficaram obsoletas. Eu por exemplo, surfei na onda do desenvolvimento em Lotus Notes, ganhei muito dinheiro com isso. Hoje, poucas organizações utilizam a plataforma e as que restaram estão em processo de migração.
Depois entrei no mundo da gestão de projetos, onde tive uma carreira muito bem sucedida. Certificada pelo PMI, desenvolvi metodologias, processos, dei aulas em MBAs e entreguei muitos sistemas usando este paradigma. Porém, o mundo evoluiu e as empresas perceberam que não se desenvolve software como se constrói prédios, é necessário entregas rápidas e de valor. Na construção civil, não dá para as pessoas irem morar num imóvel sem ter luz ou água encanada. O prédio precisa estar pronto. Mas em tecnologia posso disponibilizar funcionalidades sem ter o sistema todo concluído. A tecnologia precisa ser experimentada e implementada de forma ágil e incremental. Então, fui estudar e me certificar em metodologias ágeis e assim readequei as minhas práticas de gestão.
Meu pai é um jornalista esportivo, seu nome é Mauro Leão. Trabalhou mais de 25 anos no jornal O Dia. Cobriu todas as Copas do Mundo de futebol desde 1990 e ao longo de sua carreira deu grandes furos de reportagem. Ficou muito conhecido na final da Copa de 98, ao perguntar para Zagallo por que o Ronaldinho entrou mesmo passando mal, na coletiva de imprensa após a derrota para a França. O velho lobo ficou descontrolado e isso repercutiu nos jornais de todo o mundo.
Ele é muito bom no que faz. Além do Jornal, atuou por duas décadas na rádio FM O Dia, do mesmo grupo, como locutor e comentarista esportivo. Há dois meses foi desligado, devido à crise econômica, mas criou o seu canal no YouTube, o Canal do Leão, para continuar mantendo contato com o seu público, que o adora. Meu pai está se reinventando aos 61 anos para sobreviver à era digital. E com as redes sociais, qual será o futuro do jornalismo tradicional?
Será que daqui a 5 anos com a popularização dos carros autônomos, existirão motoristas de táxi e Uber? Será que as nossas compras online serão entregues por drones? Será que os caixas de supermercado serão extintos e os pagamentos serão concluídos pelos smartphones? Será que com a inteligência artificial os advogados mudarão suas formas de atuação? Será que as tecnologias que decodificam nosso DNA poderão antever doenças e transformarão completamente o mercado de saúde? Tudo o que acabei de escrever já existe. A dúvida é em quanto tempo ganhará escala.
O fato é que o mundo muda de uma forma acelerada. Por isso, gostaria de propor uma reflexão sobre o futuro do trabalho e que atitudes precisamos ter para estarmos plugados com o novo mundo que emerge, não apenas nos adaptando, mas sendo protagonistas desta transformação.
Pense como um futurista.
Um futurista não é como um vidente. É um profissional antenado às descobertas tecnológicas realizadas ao redor do mundo e baseado nelas, faz uma série de perguntas sobre as possíveis aplicações nos segmentos em que atua. Dessa maneira, é alguém que consegue se antecipar ou acelerar futuros.
Quais são as inovações e recentes descobertas na sua área? Como poderiam reduzir custos, aumentar a eficiência ou melhorar a experiência do seu cliente? Poderia ser você a ponte para conectar o seu negócio a essas inovações? Não se limite ao orçamento, pode ser mais barato do que você pensa e pode trazer um retorno que compense muito para a sua empresa.
Não pare de estudar jamais.
Antigamente as pessoas sentiam pena de mim, pelo fato de eu ser de tecnologia teria que me atualizar o tempo todo, risos. Ledo engano de quem achou que eram só os nerds que deveriam estudar para sempre. A evolução é rápida e exponencial. Todas as profissões precisam se atualizar frequentemente. Todos temos que estar aptos a criar as tendências ou minimamente acompanhá-las.
Algumas dicas: Siga no LinkedIn pessoas que têm sucesso no segmento em que você atua. Aproveite os cursos online, olhe o ranking de avaliações e terá boas dicas sobre os melhores. Não espere um convite da sua empresa, invista você mesmo em congressos, palestras e workshops. Muitos deles são gratuitos. A internet tem uma infinidade de conteúdos gratuitos, você só não se atualiza se realmente não tiver interesse. Faça benchmarking com outras empresas. Veja o que estão fazendo e compartilhe boas práticas também.
Vale muito a pena todo conhecimento adquirido, em qualquer tempo. Enquanto estamos ouvindo, podemos ter insights muito valiosos para nossos negócios. Depois, aplicá-los em nossas empresas pode alavancar surpreendentemente nossas carreiras.
Outra fórmula poderosa é: compartilhe sempre, tudo o que souber. Quando você compartilha, o que sabia vira notícia velha, então você é obrigado a se atualizar para ter um novo repertório. Aquele tempo em que as pessoas garantiam seus empregos retendo o conhecimento ficou para trás. Quem mantém seu emprego é quem colabora, multiplica o conhecimento, forma sucessores e está sempre apto a encarar qualquer desafio.
Aprenda a viver em rede.
Viver em rede é estar conectado às pessoas. É vibrar boas energias e atrair quem está na mesma vibe. Quem vive em rede não acumula para si, sempre reparte, porque sabe que também terá acesso quando precisar.
Antigamente, os profissionais eram valorizados por ser "bons de briga", "pé na porta", polêmicos. Hoje, em tempos onde a colaboração é uma condição para as empresas continuarem de pé, o perfil mais valorizado é o de quem constrói pontes ao invés de muros.
Seja no trabalho ou na vida fora dele, conecte-se. Seja para aprender, para prestar um serviço, para fazer negócio, ou para criar vínculos que podem durar toda a vida, network é algo muito poderoso para acelerar futuros e oportunidades.
Desapegue-se de cargos, valorize a experiência.
Em um futuro muito, muito próximo, seu cargo não dirá absolutamente nada sobre o valor que você tem. As empresas estão em um caminho de horizontalização, onde a gestão e a decisão dos principais assuntos serão delegados para a base. A sabedoria executiva será substituída pela sabedoria coletiva.
Sendo assim, haverá muita relevância para os profissionais que possuírem uma visão sistêmica da organização, oriunda da participação em diversos projetos. Caberá às empresas direcionarem seus planos de cargos e salários para privilegiar os conhecimentos e experiências laterais adquiridas.
Seja auto gerenciável, pratique isso imediatamente.
As pessoas reclamam que seus gestores são controladores, mas muitas delas não funcionam sem micro gerenciamento. Você seria capaz de obter os direcionamentos macro para o seu trabalho, traçar um plano e se comprometer com ele diariamente?
Possivelmente no futuro não trabalharemos em uma única empresa. Nos plugaremos como motoristas se plugam a um aplicativo. Trabalharemos onde quisermos, com o que quisermos. Tendo uma ou várias profissões. No Brasil ou em qualquer lugar do mundo.
Você está pronto para: não ser gerenciado, se responsabilizar pelas suas próprias entregas e tomar as decisões que sempre terceirizou para os seus líderes?
Saiba que as empresas estão em busca de profissionais auto gerenciáveis, que trabalharão em equipes ágeis, sem comandos, onde a direção será um consenso de todo o grupo. Não haverá espaço para "morcegar" ou "empurrar com a barriga". Todos prestarão conta dos seus resultados individuais para a equipe e para a organização.
Humanize-se.
É um fato que muitas das atividades que realizamos hoje serão automatizadas em escala com a inteligência artificial. Por isso, a capacidade de expressar sentimentos, criatividade, empatia, inspiração e relacionamento de um modo geral serão muito valorizadas no novo mundo. Não treine apenas competências técnicas, exercite habilidades comportamentais. Você pode começar desde já.
Peter Drucker disse que a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo. Não sejamos como aqueles que lamentam as mudanças do mercado e a perda de seus empregos pelo fim de suas profissões. Acredito muito que podemos ser protagonistas dos segmentos que atuamos e acima de tudo, feitores da nossa própria história e carreira. E você, o que tem feito para se preparar para esse futuro, já tão presente? Comentários ou mensagens inbox serão bem-vindos e respondidos. Um grande abraço!
Marina Franco é analista de sistemas, com MBA em gestão empresarial pela FGV e atua como Head de Tecnologia em uma seguradora brasileira. Dá aulas e palestras sobre gestão de projetos, comportamento, cultura organizacional, inovação e futurismo.
sábado, agosto 19, 2017
Treinamento de Segurança no uso do Benzeno em postos de combustíveis
De: "Manoel Trajano" <trajanomanoel@gmail.com>
Data: 19 de ago de 2017 10:18
Assunto: Treinamento
Para: <rpbalmeida@bol.com.br>
Cc:
domingo, abril 02, 2017
terça-feira, março 21, 2017
Serviços
Manoel Trajano
Eng.Especialista em Segurança do Trabalho e Gás Natural
+55-71-9155-0556/8800-7713
e-mail/Gtalk :trajanomanoel@gmail.com
Twitter: http://twitter.com/manoeltraja
Site: http://stv-engenharia.blogspot
Currículo Lattes:http://lattes.cnpq.br/8
domingo, novembro 06, 2016
TAYLORISTA, GRAÇAS A DEUS
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> TAYLORISTA, GRAÇAS A DEUS
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> Desde que me formei engenheiro, em 1986, tenho estado sempre com um pé nas Ciências Sociais. Nos primeiros anos lendo livros ou participando de cursos e seminários de administração e marketing. Mais tarde, por volta de 1995, fiz uma especialização em Marketing Empresarial e, em 2005 enfiei o pé na jaca definitivamente, fazendo um Mestrado Acadêmico em Administração.
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> Deus é que sabe onde isso vai parar.
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> TRÊS MINUTOS - Ano 17 - Número 390 (Ênio Padilha, 03/11/2016)
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> Nessas andanças uma coisa é constante. Eu estou sempre em minoria, convivendo com pessoas oriundas das áreas ditas "humanas". O povo da Administração, da Economia, do Direito, da Pedagogia e das Ciências Sociais em geral.
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> Sempre levo algum tempo pra romper os preconceitos. Engenheiros nunca são muito bem-vindos nesses meios. Os narizes se torcem. Engenheiros são considerados calculistas, cartesianos, sistemáticos... como se essas características fossem defeitos graves.
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> Muitas vezes frases como "isso é pensamento de engenheiro" é utilizado como senha para cortar o argumento e retomar "o reto caminho da verdade e da virtude".
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> Já vi muitos colegas engenheiros negando suas origens e renegando sua formação, como se tivessem vergonha de ser assim (de ter esse jeito engenheiro de olhar o mundo).
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> Eu não! Eu sou engenheiro! E, quando o assunto é Administração, sou Taylorista (o que, para muitos, é pior do que ser engenheiro).
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> Sim. Taylor era engenheiro! E dos bons. Antes dele a administração das fábricas era feita pelos próprios empregados, de maneira totalmente empírica e sem nenhum controle por parte da direção das empresas. A produtividade era baixa principalmente porque os sindicatos adotavam a filosofia de que quanto menos os empregados produzissem mais garantidos estariam seus empregos (por incrível que pareça, isso funcionava).
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> Taylor formou-se Engenheiro pelo Stevens Institute, em 1885, depois de cinco anos estudando pelas noites adentro e aos domingos (naquela época trabalhava-se seis dias por semana). Teve uma carreira profissional espetacular para os padrões da época: em menos de seis anos passou de mecânico recém-contratado a Diretor de Fábrica (Midvale Steel Company).
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> Inconformado com os métodos e modelos de administração existentes desenvolveu estudos científicos durante 30 anos até publicar, em 1911, seu mais famoso livro, "Princípios de Administração Científica", referência obrigatória de qualquer curso de Administração em qualquer país do mundo, até hoje.
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> Seu método revolucionário teve, na sua época, grande oposição de muitos segmentos da sociedade, principalmente dos sindicatos que acreditavam que o novo sistema seria contrário aos seus interesses. Taylor teve de se explicar até para o Congresso Americano.
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> No entanto, a Administração Científica proposta por Taylor venceu esses e outros obstáculos. Não por ser melhor do que os sistemas anteriores, mas por ser muito, muito, muito melhor do que os sistemas anteriores. Era impossível, mesmo aos mais recalcitrantes deixar de reconhecer que Taylor tinha razão.
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> Pelo novo modelo proposto, os empregados trabalhavam menos e produziam muito mais; as empresas aumentavam consideravelmente sua produção, os empregados ganhavam salários mais altos e os produtos ficavam mais baratos para os compradores e as empresas tinham muito mais lucros. Era o que hoje os consultores chamam de relação ganha-ganha-ganha. Isso mesmo. Parece mágica. Mas é apenas ciência. Ou melhor, Administração Científica.
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> Taylor tinha todas as qualidades que se pode atribuir aos engenheiros. Mas tinha também defeitos que muitas vezes são considerados típicos da profissão: era rabugento, teimoso e há diversas passagens de sua biografia que se referem à maneira rude e grosseira com que ele lidava com os empregados e (sejamos justos) também com os superiores.
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> Pavel Gerencer, autor de uma de suas biografias, afirma que "sua linguagem era vivaz e descritiva. Soltava palavrões. Nada tinha de urbanidade ou cortezia". A este aspecto "peculiar" da sua personalidade se deve muito do ressentimento que o taylorismo herdou mesmo depois de um século.
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> Porém, a maioria das críticas que se faz ao Taylorismo nos dias de hoje são simplistas e preconceituosas, pois desconsideram os avanços incorporados à teoria por sucessores.
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> O Taylorismo seco, sem considerar todas as perspectivas teóricas posteriores (a teoria Clássica, de Henry Fayol; a teoria das Relações Humanas, de Elton Mayo; a Burocracia e o Estruturalismo, de Max Weber; a teoria NeoClássica, a teoria Comportamental e a teoria da Contingência, essas últimas de autores diversos) seria uma coisa sem sentido nos dias de hoje. Mas essas teorias todas só param em pé quando sustentadas por ações baseadas nos PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA, de Taylor.
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> Esses princípios são
> • o princípio do planejamento (que consiste em separar as atividades de planejamento e produção);
> • o princípio da seleção científica dos trabalhadores (de acordo com suas aptidões para determinadas tarefas);
> • o principio da instrução (que determina a preparação e o treinamento para produção de acordo com o método planejado, e em preparar máquinas e equipamentos em um arranjo físico e disposição racional. É o princípio que pressupõe o estudo dos tempos e movimentos e a Lei da fadiga);
> • e o princípio do Controle (consiste em controlar o trabalho para se certificar de que o mesmo está sendo executado de acordo com o método estabelecido e segundo o plano de produção)
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> Quando o administrador se utiliza das teorias posteriores para retirar do Taylorismo os seus exageros ou preciosismos ou quando utiliza o Taylorismo para dar um sentido prático e produtivo para algumas das teorias posteriores pode obter resultados muito positivos. Negar pura e simplesmente à Administração Científica sua validade, utilidade e importância é uma atitude preconceituosa e improdutiva.
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> A organização do trabalho e a sistematização dos processos continuam sendo dois dos pilares da administração de resultado.
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> Eu sou taylorista. Sou cartesiano. Sou sistemático. Sou engenheiro. E estou em boa companhia, pois muitos dos presidentes das grandes organizações pelo mundo são engenheiros. (e Tayloristas!)
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> ÊNIO PADILHA
> www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br
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> AGENDA DE PALESTRAS E CURSOS (Ênio Padilha)
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> (clique sobre o título do evento para obter mais informações)
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> ★ GESTÃO DE CARREIRA E MARCA PESSOAL
> Palestra: 1h30
> Ponta Grossa - PR - 07/11/2016
> Promoção: CA UPGE e CreaJr
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> ★ GESTÃO DE CARREIRA E MARCA PESSOAL
> Palestra: 1h30
> Joinville - SC - 09/11/2016
> Promoção: ESATI / Konvex / CreaJr
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> ★ ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA
> Curso: 16 horas
> São Paulo-SP - 18 e 19/11/2016
> Promoção: OitoNoveTrês Produções
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> ★ COMO AUMENTAR A PRODUTIVIDADE EM ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA
> Curso: 8h
> Marília - SP - 21/11/2016
> Promoção: AEA
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> ★ GESTÃO DE CARREIRA E MARCA PESSOAL
> Palestra: 1h30
> Arthur Nogueira - SP - 24/11/2016
> Promoção: AAEAN
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> ★ ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA
> Aula de Pós Graduação: 20 horas
> Manaus-AM - 25, 26 e 27/11/2016
> Promoção: ESP - Manaus
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> ★ CARREIRA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL: RESPONSABILIDADE E PRODUTIVIDADE
> Palestra: 1h30 horas
> Lavras-MG - 29/11/2016
> Promoção: UFLA
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> PRESENTE PERFEITO PARA ESTE NATAL
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> • ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQ. E ENG. (R$ 60,00)
> • MARKETING PARA ENGENHARIA E ARQUITETURA (R$ 45,00).
> • NEGOCIAR E VENDER SERVIÇOS DE ENG. E ARQ. (R$ 45,00)
> • VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL (R$ 30,00)
> • MANUAL DO ENGENHEIRO RECÉM-FORMADO (R$ 45,00)
> • ARQUITETO 1.0) (R$ 45,00)
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> Faça compra em quantidades, ganhe descontos especiais e receba os livros com pacotes para presentes
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> (custo do correio: verifique no site as opções PAC, SEDEX e SEDEX 10)
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> TRÊS MINUTOS - Ano 17 - Número 390 (Ênio Padilha, 03/11/2016)
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