quarta-feira, junho 02, 2010

DIREÇÃO DEFENSIVA: Do antes ao depois de acessar o veículo


terça-feira, 1 de junho de 2010

Guia do motorista consciente

Para ser um motorista legal não bastam apenas conhecimento e técnica.

Um motorista consciente, de verdade, respeita as leis, respeita as outras pessoas, respeita o espaço público. Pensa e age em favor do bem comum.

ANTES DE SAIR DE CASA...

Se você tem algum compromisso, evite sair em cima da hora. Programe-se. Escolha um trajeto e saia com antecedência. Seu tempo só vai valer ouro se chegar com segurança e sem estresse.

Lembre-se de levar sempre os documentos originais de porte obrigatório: Permissão para Dirigir ou Carteira Nacional de Habilitação, certificado de registro e licenciamento anual (CRLV).

Posicione-se no automóvel da maneira mais segura possível:

- entre e regule o banco para que sua cabeça fique, no mínimo, com quatro dedos de distância do teto. Assim, será possível enxergar melhor os obstáculos que podem ser encontrados na via;

- a distância do assento em relação aos pedais é importante. Apoie o pé esquerdo no descanso lateral que todos os automóveis têm e puxe o banco para frente até que seu joelho chegue a um ângulo reto acentuado. No caso de uma batida frontal, esta posição vai fazer com que sua perna trabalhe como um amortecedor;

- pense no volante como se fosse um relógio: mão direita nas três horas, mão esquerda nas nove horas. Quando fizer uma curva, gire o volante com as duas mãos nesta posição;

- regule o encosto de cabeça. No caso de uma batida traseira, evitará o "efeito chicote", ou seja, que sua cabeça seja lançada para frente, para trás e para frente outra vez;

- ajuste os espelhos retrovisores para ter visão periférica e enxergar, o menos possível, as laterais do automóvel. Uma dica para regular os espelhos: partindo de um ângulo bem aberto, onde não veja nada do automóvel, feche-os devagar, gradativamente. Quando você começar a enxergar um pouquinho do automóvel, é preciso voltar. Assim, você evitará "pontos cegos" e terá maior visibilidade da área refletora do meio externo.

Verifique as condições gerais do automóvel sempre: estado dos pneus, luzes dos faróis, sistemas de freio e de direção, portas, óleo do motor, correia do ventilador, bateria, água do radiador. Se você estiver em dia com as revisões será muito mais difícil ocorrer algum imprevisto.

Confira o nível de combustível. Ficar parado no meio da rua, além de ser um transtorno para você e para os outros, é uma infração.

Retire, guarde em local fechado (porta-luvas, porta-malas) ou coloque no chão do automóvel os objetos que estejam soltos. No caso de uma batida ou de uma freada brusca, podem ser arremessados contra os passageiros. Por causa da inércia, o peso normal de um objeto sofre um aumento de peso relativo, dependendo da velocidade. Num teste feito com um veículo colidindo em um poste, numa velocidade de 50 km/h, os resultados foram surpreendentes:

Objeto

Peso normal

Peso relativo
(com o impacto)

Lápis

20 gramas

1,11 kg

Caixa de cerveja

18 kg

1.000 kg

Telefone celular

300 gramas

16,7 kg

Mochila

5 kg

277 kg

Cachorro

8 kg

444 kg



Aperte o cinto! Você, motorista, e todos os passageiros – nos bancos da frente e de trás – têm obrigação de usar o cinto de segurança. Artigo 65 do Código de Trânsito Brasileiro.\\


Deixar o condutor ou passageiro de usar o cinto de segurança\, conforme previsto no art. 65\: Infração \
- grave\;\
Penalidade \
- multa\;\
Medida administrativa \
- retenção do veículo até colocação do cinto pelo infrator\.\
\
\Artigo 167 do Código de Trânsito Brasileiro\', BALLOON, true, ABOVE, true, OFFSETX, -17)" onmouseout="UnTip()">É lei
, é seguro e salva vidas.

A parte superior do cinto deve passar sobre o ombro, não muito perto do pescoço. A parte inferior deve passar sobre o alto das coxas e se apoiar sobre o osso da bacia. O cinto de segurança deve ficar bem ajustado ao corpo, sem folga.

Leve crianças com amor, carinho e muita segurança:

do nascimento até um ano (aproximadamente 13 kg), acomode-as no bebê conforto, voltadas para o vidro traseiro, sempre no banco de trás;
» maiores de um ano, até os quatro (aproximadamente 18 kg), já podem sentar-se em cadeirinhas, no banco de trás, no mesmo sentido do movimento do automóvel;
» maiores de quatro anos, até os sete anos e meio (aproximadamente 1,10 m), devem usar o assento de elevação ("booster"). Nesta idade, os quadris da criança não são suficientemente desenvolvidos e, em caso de colisão, o cinto pode deslizar e provocar ferimentos. Com o assento de elevação, que é uma espécie de travesseiro, o cinto fica melhor ajustado, tanto na parte inferior quanto na superior. O cinto não deve passar muito perto do pescoço nem ficar folgado. A parte subabdominal deve passar sobre o início das coxas e não sobre a barriga;
» entre sete anos e meio e 10 já podem sentar no banco de trás com cinto de segurança. Transporte de crianças no banco da frente somente a partir dos 10 anos e se tiverem altura aproximada de 1,45m.
» Certifique-se de que os equipamentos para levar as crianças possuem o selo do Inmetro, pois esta é a garantia de que o produto está preparado para resistir a um acidente. Siga as instruções de instalação que se encontram no manual. Não adianta levar a criança num equipamento correto de forma errada.
» Se o seu automóvel tiver quatro portas, trave as portas traseiras e, no caso de vidros elétricos, trave as aberturas das janelas.

E lembre-se: você é o exemplo! Se adotar atitudes e posturas responsáveis e conscientes no trânsito, certamente as crianças farão o mesmo.

DIRIGIR É UM ATO DE RESPONSABILIDADE...

Além de ações mecânicas, o ato de dirigir é essencialmente cerebral. Exige sua atenção, concentração e respostas rápidas a imprevistos. Para frear em uma emergência ou desviar de um pedestre, quem está ao volante reage em meio segundo. E para isso, é preciso sobriedade.

Pessoas que tenham tomado alguma medicação que gere efeitos colaterais (sonolência, entorpecimento, redução de reflexos etc.) precisam de mais tempo para tomar uma atitude diante de um imprevisto. Por isso, é muito importante conversar com seu médico para saber se é possível dirigir sob o efeito da medicação receitada.

As drogas ilícitas (maconha, cocaína, ácido lisérgico etc.) agem diretamente no sistema nervoso central, alterando funções auditivas, psicomotoras e visuais. Invariavelmente, o uso de qualquer uma dessas substâncias causa depressão, estímulo, perturbação. Na direção, sob o efeito de drogas, motoristas podem gerar sérios acidentes.

A ingestão de bebidas alcoólicas afeta vários órgãos do corpo humano. Dentre eles, o mais importante, sob o ponto de vista da segurança, é o cérebro, onde são processadas as informações necessárias para dirigir um veículo. Basta ter um pouco de álcool no sangue para retardar os reflexos, diminuir a percepção e minimizar a consciência do perigo. Definitivamente, álcool e direção não combinam!

Em 2008, foi publicada a Lei 11.705 (Lei Seca) que impõe normas mais rígidas aos motoristas que dirigem após beber. Esta lei estabelece que qualquer concentração de álcool por litro de sangue sujeita o condutor à multa e suspensão do direito de dirigir por 12 meses. Além disso, dirigir com concentração de álcool no sangue igual ou superior a seis decigramas é crime, com detenção de seis a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão para dirigir ou habilitação.

NO CAMINHO CERTO...

Leve de carona o respeito, a gentileza e a educação. Suas atitudes podem fazer a diferença no trânsito. Dar a preferência de passagem aos pedestres, aos ciclistas, às pessoas com deficiência, com necessidades especiais ou com mobilidade reduzida é Artigo 214 do Código de Trânsito Brasileiro\', BALLOON, true, ABOVE, true, OFFSETX, -17)" onmouseout="UnTip()">lei, mas, acima de tudo, uma demonstração de cidadania.

Devagar e sempre. Quanto maior a velocidade, piores as consequências em caso de um acidente. A 40 km/h, você precisa, no mínimo, de 10 metros para parar o veículo completamente. Se estiver a 80 km/h, esta distância aumenta para 40 metros. Se a pista estiver molhada, estas distâncias aumentam consideravelmente.

Radares, fotossensores, lombadas eletrônicas e outros dispositivos eletrônicos de fiscalização foram inventados para reduzir os acidentes e aumentar a segurança de condutores e pedestres. Lembre-se que só são multadas as pessoas que transitam em desacordo à sinalização.

Respeite a sinalização. Os Artigo 89 do Código de Trânsito Brasileiro', BALLOON, true, ABOVE, true, OFFSETX, -17)" onmouseout="UnTip()">sinais de trânsito devem ser respeitados sempre. Afinal, eles não estão afixados ou pintados no chão por acaso.

Falar ao celular e dirigir não dá e é proibido pela Inciso VI do Artigo 252 do Código de Trânsito Brasileiro.', BALLOON, true, ABOVE, true, OFFSETX, -17)" onmouseout="UnTip()">lei. O perigo começa quando o celular toca. O barulho divide sua atenção e isso pode ser determinante numa situação de risco, podendo resultar em um acidente.

Quando você fala ao celular e dirige ao mesmo tempo, há 65% de chance de bater o automóvel. Por quê? Porque você passa a ter seu pescoço engessado, segurando o celular, não olha mais pelo retrovisor, negligencia os sinais de trânsito, erra comandos.

Ressonância magnética que mostra o consumo de oxigênio no cérebro comprova que o ser humano não consegue atentar para duas informações ou praticar duas ações diferentes ao mesmo tempo. Por isso, celular só combina com automóvel quando um dos dois está desligado.

Sabe quanto tempo leva para discar um número no celular? Cerca de sete segundos. Parece pouco, mas neste tempo, numa velocidade média de 60 km/h você terá andado 100 metros. Num trânsito denso, uma pessoa pode tomar até 80 decisões por minuto. Portanto, sete segundos podem ser fatais.

QUANDO CHEGAR...

O espaço público pertence a todas as pessoas. Por isso, estacionar em faixas de pedestres, em locais proibidos, em vagas destinadas a idosos ou pessoas com deficiência são infrações passíveis de multa, além de uma demonstração genuína de falta de educação.

Muita gente pensa que se parar o automóvel um segundinho num local proibido ou no meio da via não vai causar problemas. É um grave engano! Se você demorar um minuto para deixar alguém, sua "paradinha" pode passar dos 15 minutos de espera para quem está no final da fila de um engarrafamento.

Fonte: http://www.eusoulegalnotransito.com.br/guia-do-motorista-consciente.php
 
Via:http://georgedlima.blogspot.com/2010/06/guia-do-motorista-consciente.html
 
Apoio: STV - http://trajanoengseg.blogspot.com

Tabela dos jogos da copa - sensacional





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Cansou do seu emprego? Procure outro

 

Mas se prepare para enfrentar a concorrência, antes de lançar seu currículo no mercado

Maurício Oliveira (undefined)  12/11/2006

Se você não aguenta mais seu emprego, já tentou mudar o que lhe incomoda e não conseguiu, é hora de procurar vaga em outra companhia. Os especialistas dizem que dois anos é o tempo máximo para insistir num emprego que não lhe satisfaz. Quem já esgotou esse prazo tem mais é de ir bater em outra porta. Antes, no entanto, é preciso se preparar para enfrentar a concorrência. "Cultive uma boa rede de contatos, mantenha-se informado sobre a área em que você atua e corrija problemas de formação, como o fato de não falar inglês", aconselha José Augusto Minarelli, da consultoria Lens&Minarelli. "Pergunte a si mesmo quantos cursos realmente úteis fez nos três últimos anos e o que conseguiu agregar de verdade ao seu currículo", completa o consultor de motivação Roberto Vieira Ribeiro, de Curitiba, autor do livro Assim é que se faz (Editora Qualitymark).

Quando estiver pronto, vá à luta. Mas nada de falar mal da atual empresa para os futuros patrões. Ninguém aprova o comportamento de quem vive reclamando do emprego, mas continua nele por anos a fio. Se você não pulou fora na hora certa, quando os sintomas começaram a ficar claros, é porque não tinha opção melhor, se acomodou e não se preocupou em garantir sua empregabilidade. Postura que, obviamente, arranha a sua imagem. "Alguém que passa mais de dois anos insatisfeito no emprego é conivente com a situação", diz o headhunter Francisco Britto, da multinacional de recolocação Boyden. "Se percebo um histórico do gênero em um candidato que estou entrevistando, naturalmente tenho receio de que o mesmo aconteça no próximo emprego dele".

Fonte: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/cansou-seu-emprego-procure-outro-486792.shtml

EM NOME DA BOA AMBIÊNCIA!

Em Carreira e Emprego:

 

Fuja de 8 atitudes que levam à demissão

Aprenda a evitar os comportamentos que afundam sua carreira, dê a volta por cima e conquiste seu chefe

por Lana de Paula e Joyce Moysés

----Ferramentas -----
Conteúdo do site NOVA

     

    -----FIM Ferramentas -----
    Foto: Getty Images

    É preciso estar bem preparado para 
    enfrentar as situações diárias 
    na empresa
    Foto: Getty Images

     

    Seu chefe não é nada simpático com você? Não pede a sua opinião nem a inclui em reuniões e projetos importantes? Cuidado: esses são sinais de que você está indo pelo caminho errado, aquele que desemboca na rua. A boa notícia é que dá para reverter a situação.

    Que a vida de quem trabalha está mais difícil por causa da globalização a gente sabe. Para acompanhar os avanços tecnológicos e a concorrência cada vez mais acirrada, as empresas reduzem custos, enxugam estruturas, investem em novas áreas - e, claro, exigem quase o sangue de seus funcionários. Em outras palavras, o salve-se-quem-puder nunca foi tão real.

    Por isso, o lema que você precisa ter em mente é: vence a luta pelo emprego quem estiver mais preparado. ''O melhor caminho para evitar a demissão é a atualização contínua'', diz Thomas Case, presidente do Grupo Catho, especializado na recolocação de executivos. Ele fala com conhecimento de causa: segundo pesquisa realizada pela sua equipe, o principal motivo da dispensa (28%) está relacionado com a falta de resultados no trabalho. ''Você precisa avaliar quanto está envolvida com o trabalho e, se necessário, voltar para a escola'', aconselha Case.

    Especialistas em Recursos Humanos apontam as posturas que costumam levar à demissão e as formas de você escapar dela:


    1. Relacionar-se mal com os colegas e com a chefia
    Solução: Os atritos podem ser evitados se você conseguir ser mais tolerante. Adote como máxima aceitar o outro, respeitá-lo, para poder exigir que ele faça o mesmo com você. Também observe o que está revelando por meio de gestos, palavras e olhares. Evite falar de problemas particulares no escritório e não reclame por tudo e por nada, nem faça comentários maldosos sobre os outros. Lembre-se: o trabalho em equipe está em alta. Agora, se não suporta o novo chefe, melhor batalhar uma transferência antes que ele se livre de você.


    2. Fugir dos riscos
    Solução: Muitas vezes, a pessoa tem boa vontade, faz seu serviço direito, mas não quer dar um passo além, encarar novos desafios. Pode ser flexível, mas teme arriscar sua carreira, seu posto, seu salário, sua sala, seu conhecimento. Pensa: ''Há oito anos trabalho assim, agora vou ter de mudar totalmente?'' Para Adriana Zanni, gerente de Recursos Humanos da empresa de softwares JDEdwards, ''um risco, mesmo que seja pequeno, é uma alavanca para subir''. Estamos falando, por exemplo, de aceitar uma promoção, por mais que a função nova exija outras responsabilidades.


    3. Ter dificuldade de se comunicar
    Solução: Você pode ser tímida ou extrovertida, não ter o dom da oratória... mas precisa encontrar uma maneira própria de interagir com seus colegas e superiores. ''Para que seu talento seja reconhecido, é essencial expor suas opiniões e mostrar que tem visão crítica das coisas'', explica Adriana Zanni. Ninguém vai saber que você é uma profissional nota 10 se não fizer alarde. ''Comunicar é dialogar, trocar, gerar entendimento e, acima de tudo, comprometer-se'', lembra a expert em etiqueta empresarial Suzana Doblinski, no livro Será que Pega Bem? (Editora Campus).


    4. Demonstrar pouco dinamismo
    Solução: Fazer exercícios físicos aumenta a energia. Engajar-se num novo projeto do seu departamento também dá motivação ao trabalho de sempre. Que tal ainda se dedicar a um hobby nas horas livres para melhorar o ânimo? Como conseqüência, além de lidar mais tranqüilamente com novas situações e dificuldades, conseguirá cumprir prazos e metas determinadas. A secretária Maria Júlia, 32 anos, adotou pequenas atitudes pró-ativas: deu um fim na bagunça das suas gavetas, pôs uma foto da sua última viagem sobre a mesa, começou a variar o caminho para o escritório... e multiplicou sua disposição.


    5. Estar desatualizada
    Solução: ''Você tem que cultivar o hábito de ler diariamente. Estudar seria o ideal, mas não se esqueça de ler jornais e revistas'', orienta o livro Guia Prático do Emprego (Ronaldo Medeiros, Ediouro). ''Não há desculpas: hoje, temos acesso a uma enxurrada de dados. Cabe a cada um focar suas prioridades'', alerta Márcia Brito. Não sabe em que precisa se atualizar? Observe, nos anúncios de emprego, quais são os requisitos exigidos pelo mercado para o seu cargo e compare com o seu currículo. Funcionária dedicada, a gerente de câmbio Maria Antônia, 34 anos, cumpria suas tarefas à risca, mas não ia além disso, por causa dos filhos pequenos e de outras preocupações. Até que os novos programas para otimizar o seu serviço e a redução de funcionários fizeram com que ela corresse atrás do prejuízo. Matriculou-se em alguns cursos, participou de seminários, aconselhou-se com um consultor de carreiras e virou noites em busca de boas idéias para sugerir aos seus superiores. Conseguiu firmar terreno e, o que é melhor, até ganhou um aumento.


    6. Não se encaixar no perfil desejado pela empresa
    Solução: Se você pesquisar qual é o estilo do local em que trabalha (mais formal ou informal, por exemplo) e o que é valorizado nos funcionários, poderá adaptar seu jeito de ser e de atuar aos interesses da empresa e do cargo. Na prática, ''seja curiosa e participante'', aconselha a psicóloga e consultora empresarial Suely de Almeida Martins. Nada impede que você converse abertamente com seu chefe para saber o que ele espera do seu trabalho. Depois, é só seguir a cartilha.


    7. Não conseguir realizar todas as funções que o cargo exige
    Solução: Identifique suas falhas e corrija-as. Se precisa mandar e-mails em inglês para a matriz mas não domina o idioma, volte a estudá-lo com urgência. O consultor Laerte Cordeiro lembra que as funções evoluem (é o caso da secretária) e exigem da profissional reciclagem constante, mesmo sem o patrocínio da empresa, para não ficar para trás.


    8. Faltar muito (e outros sinais de falta de profissionalismo)
    Solução: Por mais que você tenha razões para as faltas e os atrasos, em excesso não pegam bem. Se o motivo for um curso de especialização ou uma necessidade particular (rodízio de veículos ou um tratamento médico inadiável), negocie com a chefia um horário flexível de trabalho ou a compensação da ausência.


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    Nesta matéria

     

    SOBRE CV

    Divulgue seu currículo

    Elaine Saad (undefined) Especialista em RH - 12/08/2009

    Para conseguir um emprego, não basta ter um bom currículo. Tem que saber divulgá-lo. A especialista em RH, Elaine Saad, diz quais são as melhores formas de fazer o seu CV aparecer

     

    CASO NÃO VISUALIZE O VÍDEO,CLIC EM http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/videos/divulgue-seu-curriculo-491401.shtml

    VOCÊ SABIA?



    Substituto de gerente tem direito a ganhar salário de titular

    Por considerar que houve desrespeito ao princípio de igualdade no tratamento de empregados, a 4ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho determinou que a WMS Supermercados do Brasil pague diferença salarial para um de seus funcionários. Ele desempenhava tarefas gerenciais quando o gerente da empresa entrava em férias.

    A WMS repassava a vários empregados a responsabilidade de um gerente em férias. Dessa forma, o empregado em questão solicitou o pagamento do acréscimo ao seu salário por fazer o serviço do gerente.

    Ao analisar o caso, o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) condenou a empresa a pagar diferença salarial pela substituição do gerente nas férias, com reflexos em outras verbas trabalhistas. Inconformada, a empresa recorreu ao TST. Alegou ser devido o salário substituição somente nos casos em que o empregado substituto tenha exercido integralmente a função feita pelo substituído.

    No entanto, a relatora do recurso na 4ª Turma, ministra Maria de Assis Calsing, observou que a CLT, bem como a Constituição Federal, conferiu ao empregado tratamento isonômico pelo exercício das mesmas atribuições, garantindo, assim, o recebimento de remuneração condizente com as tarefas desempenhas. Dessa forma, a relatora, confirmou a decisão do TRT-4 decidindo o pagamento do salário substituição de forma proporcional às atividades desenvolvidas. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

    RR-85200-20.2007.04.0025

    Revista Consultor Jurídico, 1º de junho de 2010

    Apoio: www.aprovando.com.br Concursos Públicos e Exames OAB


     

    terça-feira, junho 01, 2010

    GN X GLP


    Gás Natural
    Mais barato e ecológico, explorar ao máximo as suas vantagens depende apenas de alguns cuidados

    A Companhia de Gás do Estado do Rio de Janeiro (CEG) planeja completar a conversão de gás manufaturado em gás natural em todo o estado nos próximos cinco anos. Até o momento, são 76 mil clientes que já contam com o consumo de um gás menos poluente e com maior poder calorífico. A CEG informa que as principais vantagens são de ordem técnicas. "O gás natural é isento de algumas substâncias corrosivas, o que aumenta a vida útil de equipamentos, como aquecedores e fogões. Além disso, a emissão de elementos nocivos à atmosfera é mínima", informa a assessoria de imprensa da Companhia.

    Com o custo semelhante ao do gás de botijão (GLP), a economia alcançada com o gás natural está no seu potencial. Segundo técnicos da CEG, no preparo de alimentos, aquecimento de água e calefação ele é mais barato que a eletricidade e tem o dobro do poder do gás de botijão, o que garante economia. Eles orientam para que os usuários explorem ao máximo as vantagens do gás natural, sem esquecer de cuidados básicos para garantir toda a segurança. Seguir as normas existentes para a instalação do gás é a principal delas. O correto é que os aparelhos sejam instalados junto ao basculhante, que deve permanecer aberto. A cada dois anos, os aquecedores e fogões devem passar por regulagem e revisão, que podem ser feitas pelos próprios técnicos da CEG.

    Na Barra da Tijuca, a maioria dos condomínios já conta com o gás natural. No condomínio Barramares, a síndica Cristina Raupp conta que quando foi procurada pela CEG ficou preocupada com possíveis transtornos, mas que se surpreendeu com a atuação da companhia. "Eles têm que mudar uma peça em cada aquecedor e fogão. Pensei que seria uma grande confusão. Mas eles programaram dia e hora, com antecedência e com cada morador, e tudo correu bem. Nunca tivemos problemas", diz.


    Cristina Raupp, síndica do Barramares

    Risco maior é o de vazamentos

    O gás natural traz mais riscos que o GLP, porque não tem cheiro e o usuário não tem como perceber que há vazamentos. Para evitar maiores problemas foi assinada a lei No. 2.208, de 13 de julho de 1994, que obriga a utilização de sensor de gás nos estabelecimentos comerciais, industriais e prédios residenciais do município. A lei diz respeito a prédios com mais de cinco andares, sendo que cada apartamento deve ser equipado com um sensor, à custa do condomínio.

    Mais importante que a lei é o fator segurança, principalmente no sentido da prevenção de acidentes que precisam ser evitados. Uma explosão em um apartamento causa danos a outros e pode abalar o prédio. Se a perícia constatar que não havia sensores, perde-se a cobertura do seguro. E, pior, em muitos casos, como o da grande explosão do shopping em Osasco, São Paulo, o síndico foi responsabilizado criminalmente.

    Detectores de gás alertam para o perigo

    Por ser de lei e com o objetivo de evitar, em tempo hábil, a ocorrência de acidentes, causando danos materiais e risco de vida, as empresas começaram a se mobilizar para colocar no mercado bons produtos, que através de alarme tornaram possível detectar qualquer início de vazamento, antes que haja o risco de uma explosão.

    Homologado pela CEG, COMGÁS e MINASGÁS, o Elywix GS 500 é um aparelho compacto com dois sensores capazes de detectar vazamento de gases GLP, natural e nafta. Com alarme sonoro e visual, com alto volume em decibéis, sua instalação é integrada ao sistema de segurança ou interfonia dos condomínios. Interligado a todos os sensores e a uma central de aviso, identifica imediatamente o local exato com início de vazamento.

    Outro equipamento é o Four Gás. Calibrado para alarmar com a presença de gás a 1/10 do limite inferior de explosividade, ele utiliza um sensor gás-seletivo. Um led luminoso de cor verde indica que o aparelho está funcionando corretamente. Um led vermelho indica a presença de gás, ao mesmo tempo que aciona um alarme de 80 decibéis a um metro. Four Gás responde também à presença de monóxido de carbono e dispara alarme a menos de 500 PPM, em menos de cinco minutos, evitando acidentes fatais.

    Gás natural
    É uma mescla de hidrocarbonetos parafinados (85% de metano, 10% etano, propano butano e outros gases). Incolor e quase inodoro. Asfixiante e inflamável, com risco de incêndio e explosão.

    Se a perícia constatar que não havia sensores, perde-se a cobertura do seguro. Em muitos casos, como o do shopping de Osasco, o síndico foi responsabilizado criminalmente.
    Nafta de petróleo
    É o nome genérico aplicado a produtos de petróleo e a produtos líquidos de gás natural. Tóxico, inflamável, com risco de incêndio e explosão.
    Gás liquefeito de petróleo (GLP)
    É o gás comprimido que se obtém como subproduto das refinarias (butano, isobutano, propano, propileno, butileno e outros gases). Incolor e com cheiro forte. Tóxico e inflamável, com risco de incêndio e explosão.
    Monóxido de carbono
    Derivado da queima de compostos orgânicos. Incolor e inodoro, sendo o que mais contamina o ar. Muito tóxico. Provoca vertigem, náusea, convulsão e pode levar à morte em 30 minutos.

     

    STV informa: Portaria do MTE proíbe empresas de exigirem teste de HIV do trabalhador

     

    Teste é proibido tanto de forma direta como indireta.
    Lei de 1995 já proibia qualquer prática discriminatória no trabalho.

    Do G1, em São Paulo

    O Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, publicou nesta segunda-feira (31) portaria que proíbe as empresas de exigirem do trabalhador a realização do teste de HIV para contratação.
     
    De acordo com a portaria, o teste de HIV não é permitido, de forma direta e indireta, em exames médicos para admissão, mudança de função, avaliação periódica, retorno, demissão ou outros ligados à relação de emprego.

    O advogado trabalhista Alan Balaban Sasson afirma que a prática de pedir o exame é discriminatória e, por isso, já é proibida pela Constituição Federal, porém, a portaria enfatiza essa proibição. "O ministério demonstra que está de olho na questão", diz.
    Segundo ele, a medida aumenta a fiscalização do ministério nas empresas em relação ao assunto.

    Portaria
    A portaria é a 1.246, de 28 de maio de 2010, e foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda (leia aqui).

    O texto toma como base a Lei 9.029, de 13 de abril de 1995, que proíbe a adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa para o acesso ou manutenção do emprego.
    A portaria estimula que trabalhadores, quando necessário, façam o teste sem vínculo com o trabalho e resguardem a privacidade em relação ao resultado.

    Fonte: http://georgedlima.blogspot.com/2010/06/portaria-do-mte-proibe-empresas-de.html

    STV - http://trajanoenseg.blogspot.com

    sábado, maio 29, 2010

    VOCÊ CONCORDA?

     
    Caros colegas prevencionistas e do direito(inclusive do trabalho),
     
     
    O assunto é controverso.
    Se você fica com celular da empresa,está sim de sobreaviso.Não pode viajar,não pode fazer certas coisas que são limitadas porque a qualquer momento pode ser acionado.Já deve sim,receber por isso.Se for acionado,hora extra,claro!Eu vejo desta forma e você?
     
    Visite e opine em nosso site http://trajanoengseg.blogspot.com
     
    Trajano
     
     
     
    Fornecimento de celular pela empresa não significa sobreaviso

    O uso de bip e telefone celular para ser encontrado pelo empregador quando necessário não demonstra a restrição à liberdade de locomoção do empregado. Para ter direito ao pagamento de horas de sobreaviso, o trabalhador precisa demonstrar que permanece em sua residência, sem poder se ausentar, aguardando, a qualquer momento, convocação para o serviço. Com base nesse entendimento, o Tribunal Superior do Trabalho aceitou Recurso de Revista da Bunge Alimentos e excluiu as horas de sobreaviso da condenação da empresa.

    O ministro Brito Pereira, relator do recurso, observou que a segunda instância decidiu de forma contrária ao entendimento da Orientação Jurisprudencial 49, em que o uso do bip não caracteriza o sobreaviso. O relator listou decisões da Seção I Especializada em Dissídios Individuais no sentido de que o fornecimento de telefone celular se equipara ao do bip e não implica situação de sobreaviso, cuja caracterização depende de que o empregado permaneça em sua residência aguardando, a qualquer momento, chamada para o serviço.

    Por maioria, vencido o ministro Emmanoel Pereira, a 5ª Turma decidiu excluir da condenação a que fora submetida a empresa o pagamento de horas de sobreaviso decorrentes do uso de aparelho celular. Foi fundamental, para isso, a conclusão do relator de que "o empregado que utiliza o celular não permanece estritamente à disposição do empregador como previsto no artigo 244 da CLT, pois o telefone celular permite ao empregado afastar-se de sua residência sem prejuízo de uma eventual convocação do empregador".

    De acordo com os autos, em audiência, o representante da empresa confirmou que o empregado era acionado para atender emergências fora do seu horário normal de trabalho através de telefone residencial, celular ou mesmo em sua própria residência. Por sua vez, o trabalhador afirmou a possibilidade de locomoção quando registrou ser acionado fora da jornada de trabalho através de seu telefone fixo "e, quando saía, deixava um telefone para recado".

    O TRT do Paraná julgou que não é a liberdade de locomoção, o que define o reconhecimento do sobreaviso, "mas o constante estado de alerta e disposição do empregado em relação ao empregador". O TRT ressaltou que, mesmo o empregador não exigindo o comparecimento do funcionário à empresa, pode procurá-lo para solucionar problemas referentes ao trabalho. Isso torna inegável que o empregado está acessível ao empregador. O trabalhador nessa situação, segundo o Regional, não usufrui livre e integralmente do tempo de folga, mesmo não estando diretamente à disposição como durante a jornada.

    Por fim, a 5ª Turma reformou acórdão do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR), que determinou o pagamento do sobreaviso a um empregado da Bunge. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

    RR - 488700-23.2007.5.09.0661

    Revista Consultor Jurídico, 28 de maio de 2010

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    sexta-feira, maio 28, 2010

    PAZ


    Neste momento em que a Terra agoniza com conflitos e tensões diplomáticas de negociações de desarmamento de urânio enriquecido no Irã, ameaças terroristas, instabilidade política entre as duas coréias, risco de terrorismo em plena Copa do Mundo, execuções sumárias em Salvador(que fazem parecer assalto em alguns casos),no Rio de Janeiro,São Paulo,Belo Horizonte,Recife e outras capitais e cidades do interior,seja nas rebeiliões em presídos que executam presos mais fracos,por estupros e pedofilia praticados por aqueles que deveriam proteger ou rezar por almas necessitadas de caridade,enfim por este momento em que o mundo que começa por dentro de cada um de nós,a Rede CEIA e seus links vem a todos pedir PAZ e orar começando por nós mesmos,emanando uma psicosfera de amor,paciência e tolerância, inclusive pelos governantes que muitas vezes por interesses mesquinhos,eleitoreiros,individuais igoram o que é nosso por direito: o direito de ir e vir seguro e em paz!
     
    Vamos orar!
     
     
     
    Os sites da Rede CEIA estão com os templates em branco neste momento de emanação de energia calmante a todos.
     
    Grato,
     
    Trajano
     
     
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